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	<title>coracaodejesusedemaria.com &#187; Papa Bento XVI</title>
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		<title>Mesagem do Santo Papa para a Quaresma 2009</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 21:15:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Liturgia]]></category>
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		<description><![CDATA[Usemos de modo mais sóbrio palavras, alimentos, bebidas, sono e jogos, e permaneçamos mais atentamente vigilantes...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="position:relative;color:#495D5C;width:130px;background:white;border-width: 0px 0px 0px 0px;border-style: dotted;border-color: --;filter:alpha(opacity=25);-moz-opacity:.25;opacity:.25;float:left;padding: 0.2em; margin: 1em;font-family:Verdana,Arial, Helvetica,Georgia;font-size: 24px;line-height:26px; text-align: right;"><span style="filter:alpha(opacity=75);-moz-opacity:.75;opacity:.75;">&#8221;Jejuou </span><b> </b>durante <br><b></b>quarenta <br><b>dias </b>e <br><b>quarenta noites </b>e, <br><b>por </b>fim, <br><b>teve fome&#8221; </b> <br><b>(Mt </b>4,<span style="filter:alpha(opacity=90);-moz-opacity:.90;opacity:.90;"> 1-2)</span></span> No início da Quaresma, que constitui um caminho de treino espiritual mais intenso, a Liturgia propõe-nos três práticas penitenciais muito queridas à tradição bíblica e cristã – a oração, a esmola, o jejum – a fim de nos predispormos para celebrar melhor a Páscoa e deste modo fazer experiência do poder de Deus que, como ouviremos na Vigília pascal, «derrota o mal, lava as culpas, restitui a inocência aos pecadores, a alegria aos aflitos. Dissipa o ódio, domina a insensibilidade dos poderosos, promove a concórdia e a paz» (Hino pascal). Na habitual Mensagem quaresmal, gostaria de reflectir este ano em particular sobre o valor e o sentido do jejum. De facto a Quaresma traz à mente os quarenta dias de jejum vividos pelo Senhor no deserto antes de empreender a sua missão pública. Lemos no Evangelho: «O Espírito conduziu Jesus ao deserto a fim de ser tentado pelo demónio. Jejuou durante quarenta dias e quarenta noites e, por fim, teve fome» (Mt 4, 1-2). Como Moisés antes de receber as Tábuas da Lei (cf. Êx 34, 28), como Elias antes de encontrar o Senhor no monte Oreb (cf. 1 Rs 19, 8), assim Jesus rezando e jejuando se preparou para a sua missão, cujo início foi um duro confronto com o tentador.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-353" title="jesusdesert8qh" src="http://coracaodejesusedemaria.com/portal/wp-content/uploads/2009/02/jesusdesert8qh.jpg" alt="jesusdesert8qh" width="590" height="400" /></p>
<p>Podemos perguntar que valor e que sentido tem para nós, cristãos, privar-nos de algo que seria em si bom e útil para o nosso sustento. As Sagradas Escrituras e toda a tradição cristã ensinam que o jejum é de grande ajuda para evitar o pecado e tudo o que a ele induz. Por isto, na história da salvação é frequente o convite a jejuar. Já nas primeiras páginas da Sagrada Escritura o Senhor comanda que o homem se abstenha de comer o fruto proibido: «Podes comer o fruto de todas as árvores do jardim; mas não comas o da árvore da ciência do bem e do mal, porque, no dia em que o comeres, certamente morrerás» (Gn 2, 16-17). Comentando a ordem divina, São Basílio observa que «o jejum foi ordenado no Paraíso», e «o primeiro mandamento neste sentido foi dado a Adão». Portanto, ele conclui: «O “não comas” e, portanto, a lei do jejum e da abstinência» (cf. Sermo de jejunio: PG 31, 163, 98). Dado que todos estamos estorpecidos pelo pecado e pelas suas consequências, o jejum é-nos oferecido como um meio para restabelecer a amizade com o Senhor. Assim fez Esdras antes da viagem de regresso do exílio à Terra Prometida, convidando o povo reunido a jejuar «para nos humilhar – diz – diante do nosso Deus» (8, 21). O Omnipotente ouviu a sua prece e garantiu os seus favores e a sua protecção. O mesmo fizeram os habitantes de Ninive que, sensíveis ao apelo de Jonas ao arrependimento, proclamaram, como testemunho da sua sinceridade, um jejum dizendo: «Quem sabe se Deus não Se arrependerá, e acalmará o ardor da Sua ira, de modo que não pereçamos?» (3, 9). Também então Deus viu as suas obras e os poupou.</p>
<p>No Novo Testamento, Jesus ressalta a razão profunda do jejum, condenando a atitude dos fariseus, os quais observaram escrupulosamente as prescrições impostas pela lei, mas o seu coração estava distante de Deus. O verdadeiro jejum, repete também noutras partes o Mestre divino, é antes cumprir a vontade do Pai celeste, o qual «vê no oculto, recompensar-te-á» (Mt 6, 18). Ele próprio dá o exemplo respondendo a satanás, no final dos 40 dias transcorridos no deserto, que «nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus» (Mt 4, 4). O verdadeiro jejum finaliza-se portanto a comer o «verdadeiro alimento», que é fazer a vontade do Pai (cf. Jo 4, 34). Portanto, se Adão desobedeceu ao mandamento do Senhor «de não comer o fruto da árvore da ciência do bem e do mal», com o jejum o crente deseja submeter-se humildemente a Deus, confiando na sua bondade e misericórdia.</p>
<p>Encontramos a prática do jejum muito presente na primeira comunidade cristã (cf. Act 13, 3; 14, 22; 27, 21; 2 Cor 6, 5). Também os Padres da Igreja falam da força do jejum, capaz de impedir o pecado, de reprimir os desejos do «velho Adão», e de abrir no coração do crente o caminho para Deus. O jejum é também uma prática frequente e recomendada pelos santos de todas as épocas. Escreve São Pedro Crisólogo: «O jejum é a alma da oração e a misericórdia é a vida do jejum, portanto quem reza jejue. Quem jejua tenha misericórdia. Quem, ao pedir, deseja ser atendido, atenda quem a ele se dirige. Quem quer encontrar aberto em seu benefício o coração de Deus não feche o seu a quem o suplica» (Sermo 43; PL 52, 320.332).</p>
<p><span style="position:relative;color:#495D5C;width:130px;background:white;border-width: 0px 0px 0px 0px;border-style: dotted;border-color: --;filter:alpha(opacity=25);-moz-opacity:.25;opacity:.25;float:left;padding: 0.2em; margin: 1em;font-family:Verdana,Arial, Helvetica,Georgia;font-size: 24px;line-height:26px; text-align: right;"><span style="filter:alpha(opacity=75);-moz-opacity:.75;opacity:.75;">Usemos </span><b> de modo mais sóbrio palavras, alimentos, bebidas, sono e jogos, e permaneçamos mais </b>atentamente<span style="filter:alpha(opacity=90);-moz-opacity:.90;opacity:.90;"> vigilantes</span></span>Nos nossos dias, a prática do jejum parece ter perdido um pouco do seu valor espiritual e ter adquirido antes, numa cultura marcada pela busca da satisfação material, o valor de uma medida terapêutica para a cura do próprio corpo. Jejuar sem dúvida é bom para o bem-estar, mas para os crentes é em primeiro lugar uma «terapia» para curar tudo o que os impede de se conformarem com a vontade de Deus. Na Constituição apostólica Paenitemini de 1966, o Servo de Deus Paulo VI reconhecia a necessidade de colocar o jejum no contexto da chamada de cada cristão a «não viver mais para si mesmo, mas para aquele que o amou e se entregou a si por ele, e&#8230; também a viver pelos irmãos» (Cf. Cap. I). A Quaresma poderia ser uma ocasião oportuna para retomar as normas contidas na citada Constituição apostólica, valorizando o significado autêntico e perene desta antiga prática penitencial, que pode ajudar-nos a mortificar o nosso egoísmo e a abrir o coração ao amor de Deus e do próximo, primeiro e máximo mandamento da nova Lei e compêndio de todo o Evangelho (cf. Mt 22, 34-40).</p>
<p>A prática fiel do jejum contribui ainda para conferir unidade à pessoa, corpo e alma, ajudando-a a evitar o pecado e a crescer na intimidade com o Senhor. Santo Agostinho, que conhecia bem as próprias inclinações negativas e as definia «nó complicado e emaranhado» (Confissões, II, 10.18), no seu tratado A utilidade do jejum, escrevia: «Certamente é um suplício que me inflijo, mas para que Ele me perdoe; castigo-me por mim mesmo para que Ele me ajude, para aprazer aos seus olhos, para alcançar o agrado da sua doçura» (Sermo 400, 3, 3: PL 40, 708). Privar-se do sustento material que alimenta o corpo facilita uma ulterior disposição para ouvir Cristo e para se alimentar da sua palavra de salvação. Com o jejum e com a oração permitimos que Ele venha saciar a fome mais profunda que vivemos no nosso íntimo: a fome e a sede de Deus.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o jejum ajuda-nos a tomar consciência da situação na qual vivem tantos irmãos nossos. Na sua Primeira Carta São João admoesta: «Aquele que tiver bens deste mundo e vir o seu irmão sofrer necessidade, mas lhe fechar o seu coração, como estará nele o amor de Deus?» (3, 17). Jejuar voluntariamente ajuda-nos a cultivar o estilo do Bom Samaritano, que se inclina e socorre o irmão que sofre (cf. Enc. Deus caritas est, 15). Escolhendo livremente privar-nos de algo para ajudar os outros, mostramos concretamente que o próximo em dificuldade não nos é indiferente. Precisamente para manter viva esta atitude de acolhimento e de atenção para com os irmãos, encorajo as paróquias e todas as outras comunidades a intensificar na Quaresma a prática do jejum pessoal e comunitário, cultivando de igual modo a escuta da Palavra de Deus, a oração e a esmola. Foi este, desde o início o estilo da comunidade cristã, na qual eram feitas colectas especiais (cf. 2 Cor 8-9; Rm 15, 25-27), e os irmãos eram convidados a dar aos pobres quanto, graças ao jejum, tinham poupado (cf. Didascalia Ap., V, 20, 18). Também hoje esta prática deve ser redescoberta e encorajada, sobretudo durante o tempo litúrgico quaresmal.</p>
<p>De quanto disse sobressai com grande clareza que o jejum representa uma prática ascética importante, uma arma espiritual para lutar contra qualquer eventual apego desordenado a nós mesmos. Privar-se voluntariamente do prazer dos alimentos e de outros bens materiais, ajuda o discípulo de Cristo a controlar os apetites da natureza fragilizada pela culpa da origem, cujos efeitos negativos atingem toda a personalidade humana. Exorta oportunamente um antigo hino litúrgico quaresmal: «Utamur ergo parcius, / verbis, cibis et potibus, / somno, iocis et arcitius / perstemus in custodia – Usemos de modo mais sóbrio palavras, alimentos, bebidas, sono e jogos, e permaneçamos mais atentamente vigilantes».</p>
<p>Queridos irmãos e irmãos, considerando bem, o jejum tem como sua finalidade última ajudar cada um de nós, como escrevia o Servo de Deus Papa João Paulo II, a fazer dom total de si a Deus (cf. Enc. Veritatis splendor, 21). A Quaresma seja portanto valorizada em cada família e em cada comunidade cristã para afastar tudo o que distrai o espírito e para intensificar o que alimenta a alma abrindo-a ao amor de Deus e do próximo. Penso em particular num maior compromisso na oração, na lectio divina, no recurso ao Sacramento da Reconciliação e na participação activa na Eucaristia, sobretudo na Santa Missa dominical. Com esta disposição interior entremos no clima penitencial da Quaresma. Acompanhe-nos a Bem-Aventurada Virgem Maria, Causa nostrae laetitiae, e ampare-nos no esforço de libertar o nosso coração da escravidão do pecado para o tornar cada vez mais «tabernáculo vivo de Deus». Com estes votos, ao garantir a minha oração para que cada crente e comunidade eclesial percorra um proveitoso itinerário quaresmal, concedo de coração a todos a Bênção Apostólica.</p>
<p>BENEDICTUS PP. XVI</p>
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		<title>Cardeal Cañizares é nomeado Prefeito da Congregação do Culto Divino e da Disciplina dos Sacramentos</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 17:47:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Congregação do Culto Divino e da Disciplina dos Sacramentos]]></category>
		<category><![CDATA[Papa Bento XVI]]></category>
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		<description><![CDATA[Bento XVI nomeou como novo prefeito da Congregação do Culto Divino e da Disciplina dos Sacramentos o Cardeal Antonio Cañizares Llovera, Arcebispo de Toledo desde 2002 e Primaz de Espanha. 
O Cardeal espanhol substitui no cargo o nigeriano Francis Arinze, que apresentou a sua resignação por ter ultrapassado o limite de 75 anos de idade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bento XVI nomeou como novo prefeito da Congregação do Culto Divino e da Disciplina dos Sacramentos o Cardeal Antonio Cañizares Llovera, Arcebispo de Toledo desde 2002 e Primaz de Espanha. <span id="more-139"></span><br />
O Cardeal espanhol substitui no cargo o nigeriano Francis Arinze, que apresentou a sua resignação por ter ultrapassado o limite de 75 anos de idade estabelecido pelo Direito Canónico.</p>
<p>O novo prefeito, Cardeal Cañizares Llovera, nasceu em Outubro de 1945. Foi ordenado sacerdote em 1970 e destacou-se na investigação teológica.</p>
<p>Foi ordenado Bispo em 1992 e criado Cardeal pelo actual Papa em 2006.</p>
<p>O Cardeal Llovera também  é membro da Congregação para a Doutrina da Fé e da Comissão Pontifícia &#8220;Ecclesia Dei&#8221;.</p>
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		<title>Papa promulga 6 decretos de milagres e 3 de virtudes heróicas</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Dec 2008 00:44:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[canonização]]></category>
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		<description><![CDATA[A Congregação para as Causas dos Santos, recebeu autorização para promulgar os decretos correspondentes a 6 milagres atribuídos a beatos em processo de canonização, e também de outros 3 relativos às virtudes heróicas de outros servos de Deus.Os decretos de milagres foram atribuídos aos seguintes beatos:
-Segismundo Felice Felinski (1822-1895), polonês, arcebispo de Varsóvia, nascido em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Congregação para as Causas dos Santos, recebeu autorização para promulgar os decretos correspondentes a 6 milagres atribuídos a beatos em processo de canonização, e também de outros 3 relativos às virtudes heróicas de outros servos de Deus.<span id="more-111"></span>Os decretos de milagres foram atribuídos aos seguintes beatos:</p>
<p>-Segismundo Felice Felinski (1822-1895), polonês, arcebispo de Varsóvia, nascido em Wojutyn (hoje Ucrânia) e morto na Cracóvia (Polônia);</p>
<p>-Arcangelo Tadini (1846-1912), italiano, sacerdote e fundador da Congregação das Irmãs Operárias da Santa casa de Nazaré, nascido em Verolanuova e morto em Botticino (Itália);</p>
<p>-Francisco Coll y Guitart (1812-1875), espanhol, sacerdote da Ordem dos Frades pregadores e fundador da Congregação das Irmãs Dominicanas da Anunciação da Beata Virgem Maria, nascido em Gombren e morto em Vic (Espanha);</p>
<p>-Rafael Arnáiz Barón (1911-1938), espanhol, frade Oblato da Ordem dos Cirtercienses da Estrita Observância (Trapistas), nascido em Burgos e morto em San Isidro de Dueñas (Espanha);</p>
<p>-María de la Cruz Jugan (1792-1879), francesa, fundadora da Congregação das Irmãzinhas dos Pobres, nascida em Petites-Croix e morta em La Tour Saint-Joseph (França);</p>
<p>-Caterina Volpicelli (1839-1894), italiana, fundadora do Instituto das Servas do Sagrado Coração, nascida e morta em Nápoles (Itália).</p>
<p>As virtudes heróicas foram atribuídas aos seguintes servos de Deus:</p>
<p>-Giacinto Bianchi (1835-1914), italiano, sacerdote e fundador do Instituto das Filhas Missionárias de Maria, nascido e morto em Villa Pasquali (Itália);</p>
<p>-Andrés Van Den Boer (1841-1917), holandês, frade dos Irmãos da Beata Virgem maria Mãe da Misericórdia, nascido em Udenhout e morto em Tilburg (Holanda);</p>
<p>-Maria Clara do Menino Jesus Galvão Meixa de Moura Telles e Alburquerque (1843-1899), portuguesa, fundadora da Congregação das Irmãs Franciscanas Hospitalárias da Imaculada Conceição, nascida em Amadora e morta em Lisboa (Portugal).</p>
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		<title>Falecimento do Patriarca Ortodoxo Comove Papa Bento XVI</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Dec 2008 23:30:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ecumenismo]]></category>
		<category><![CDATA[Papa Bento XVI]]></category>

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		<description><![CDATA[O Papa Bento XVI manifestou sua comoção diante da notícia do Falecimento de Sua Santidade Alexis II, Patriarca ortodoxo de Moscou. 
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O Papa Bento XVI manifestou sua comoção diante da notícia do Falecimento de Sua Santidade Alexis II, Patriarca ortodoxo de Moscou. <span id="more-38"></span></p>
<p>É o que expressa na mensagem enviada a Igreja Ortodoxa Russa, na qual diz: &#8220;Elevo súplicas ao Senhor para que acolha em seu Reino de paz e de alegria eterna este ministro seu e console quem chora por sua dolorosa partida. Recordando o comum compromisso no caminho da compreensão recíproca e da colaboração entre ortodoxos e católicos&#8230; Recordo também sua batalha pela defesa dos valores humanos e evangélicos, particularmente no continente europeu, desejando que seu compromisso traga frutos de paz e de autêntico progresso humano, social e espiritual&#8221;</p>
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