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	<title>coracaodejesusedemaria.com &#187; Páscoa</title>
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		<title>Homilia do Santo Padre na Vigília Pascal</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Apr 2010 14:59:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Liturgia]]></category>
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		<description><![CDATA[Reproduzimos a Homilia do Papa Bento XVI no Sábado Santo de 2010
Amados irmãos e irmãs,

Uma antiga lenda judaica, tirada do livro apócrifo &#8220;A vida de Adão e Eva&#8221;, conta que Adão, durante a sua última enfermidade, teria mandado o filho Set juntamente com Eva à na região do Paraíso buscar o óleo da misericórdia, para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reproduzimos a Homilia do Papa Bento XVI no Sábado Santo de 2010<span id="more-614"></span></p>
<p>Amados irmãos e irmãs,</p>
<p><a href="http://coracaodejesusedemaria.com/portal/wp-content/uploads/2010/04/papa_vigilia_pascal_2010.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-616" title="papa_vigilia_pascal_2010" src="http://coracaodejesusedemaria.com/portal/wp-content/uploads/2010/04/papa_vigilia_pascal_2010.jpg" alt="papa_vigilia_pascal_2010" width="590" height="400" /></a></p>
<p>Uma antiga lenda judaica, tirada do livro apócrifo &#8220;A vida de Adão e Eva&#8221;, conta que Adão, durante a sua última enfermidade, teria mandado o filho Set juntamente com Eva à na região do Paraíso buscar o óleo da misericórdia, para ser ungido com este e assim ficar curado. Aos dois, depois de muito rezar e chorar à procura da árvore da vida, aparece o Arcanjo Miguel para dizer que não conseguiriam obter o óleo da árvore da misericórdia e que Adão deveria morrer. Em seguida, os leitores cristãos adicionaram a esta comunicação do arcanjo, uma palavra de consolação. O Arcanjo teria dito que, depois de 5.500 anos, viria o benévolo Rei Cristo, o Filho de Deus, e ungiria com o óleo da sua misericórdia todos aqueles que acreditassem nele. &#8220;O óleo da misericórdia para toda a eternidade será dado a quantos deverão renascer da água e do Espírito Santo. Então, o Filho de Deus rico de amor, Cristo, descerá às profundezas da terra e conduzirá o teu pai ao Paraíso, para junto da árvore da misericórdia&#8221;. Nesta lenda, faz-se palpável toda a aflição do homem diante do destino de enfermidade, dor e morte que nos foi imposto. Torna-se evidente a resistência que o homem oferece à morte: em algum lugar – repetidamente pensaram os homens – deveria existir a erva medicinal contra a morte. Mais cedo ou mais tarde, deveria ser possível encontrar o remédio não somente contra as diversas doenças, mas contra a verdadeira fatalidade – contra a morte. Deveria, em suma, existir o remédio da imortalidade. Também hoje, os homens andam à procura de tal substância curativa. A ciência médica atual, incapaz de excluir a morte, procura, contudo, eliminar o maior número possível das suas causas, adiando-a sempre mais; procura uma vida sempre melhor e mais longa. Mas, pensemos um pouco: caso se conseguisse quiçá não excluir totalmente a morte mas adiá-la indefinidamente, como seria chegar a uma idade de várias centenas de anos? Isto seria bom? A humanidade envelheceria numa medida extraordinária; não haveria lugar para a juventude. A capacidade de inovação se apagaria e uma vida interminável não seria um paraíso, mas uma condenação. A verdadeira erva medicinal contra a morte deveria ser diversa. Não deveria levar simplesmente a uma prolongação indefinida desta vida atual. Deveria transformar a nossa vida a partir do interior. Deveria criar em nós uma vida nova, verdadeiramente capaz de eternidade: deveria transformar-nos de tal modo que não terminasse com a morte, mas com ela iniciasse em plenitude. A novidade impressionante da mensagem cristã, do Evangelho de Jesus Cristo era, e ainda é, dizer-nos isto: sim, esta erva medicinal contra a morte, este autêntico remédio da imortalidade existe. Foi encontrado. É acessível. No Batismo, este medicamento nos é dado. Uma vida nova começa em nós, uma vida nova que amadurece na fé e não é cancelada pela morte da vida velha, mas só então se tornará plenamente visível.</p>
<p>Ouvindo isto alguns, quiçá muitos, responderão: a mensagem sim, eu escuto, mas falta-me a fé. E, mesmo quem quer acreditar perguntará: mas, é verdadeiramente assim? Como devemos imaginá-la? Como se realiza esta transformação da vida velha, de tal modo que nela se forme a vida nova que não conhece a morte? Mais uma vez, um antigo escrito judaico pode nos ajudar a ter uma idéia daquele processo misterioso que tem início em nós no Batismo. Neste escrito se conta que o patriarca Henoc foi arrebatado até ao trono de Deus. Mas, ele se atemorizou à vista das gloriosas potestades angélicas e, na sua fraqueza humana, não pôde contemplar a Face de Deus. &#8220;Então Deus disse a Miguel – assim continua o livro de Henoc – &#8216;Toma Henoc e tira-lhe as vestes terrenas. Unge-o com o óleo suave e reviste-o com vestes de glória! &#8216; E, Miguel tirou as minhas vestes, ungiu-me com óleo suave; este óleo possuía algo mais que uma luz radiosa&#8230; O seu esplendor era semelhante aos raios do sol. Quando me vi, eis que eu era como um dos seres gloriosos&#8221; (Ph. Rech, Inbild des Kosmos, II 524).</p>
<p>Isto mesmo – ser revestidos com a nova veste de Deus – verivica-se Batismo; assim nos ensina a fé cristã. É verdade que esta mudança das vestes é um percurso que dura toda a vida. Aquilo que acontece no Batismo é o início de um processo que abarca toda a nossa vida –torna-nos capazes de eternidade, de tal modo que, na veste de luz de Jesus Cristo, podemos aparecer diante de Deus e viver com Ele para sempre.</p>
<p>No rito do Batismo, há dois elementos nos quais este evento se expressa e torna visível, também como exigência para o resto da nossa vida. Em primeiro lugar, temos o rito das renúncias e das promessas. Na Igreja Antiga, o batizando virava-se para ocidente, símbolo das trevas, do pôr do sol, da morte e, portanto, do domínio do pecado. O batizando virava-se para aquela direção e pronunciava um tríplice &#8220;não&#8221;: ao diabo, às suas pompas e ao pecado. Com a estranha palavra &#8220;pompas&#8221;, ou seja, o fausto do diabo, indicava-se o esplendor do antigo culto dos deuses e do antigo teatro, onde a diversão era ver pessoas vivas sendo dilaceradas pelas feras. Portanto, isto era o repúdio de um tipo de cultura que acorrentava o homem à adoração do poder, ao mundo da cobiça, à mentira, à crueldade. Era um ato de libertação da imposição de uma forma de vida que se apresentava como prazer e, contudo, levava à destruição daquilo que no homem são as suas qualidades melhores. Esta renúncia – com um comportamento menos dramático – constitui ainda hoje uma parte essencial do Batismo. Assim removemos as &#8220;vestes velhas&#8221;, com as quais não se pode estar diante de Deus. Melhor dito: começamos a depô-las. Com efeito, esta renúncia é uma promessa na qual damos a mão a Cristo, para que Ele nos guie e revista. Quais sejam as &#8220;vestes&#8221; que depomos e qual seja a promessa que pronunciamos fica claro quando lemos, no quinto capítulo da Carta aos Gálatas, aquilo que Paulo denomina &#8220;obras da carne&#8221; – termo que significa precisamente as vestes velhas que devem ser depostas. Paulo as designa assim: &#8220;fornicação, libertinagem, devassidão, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, ciúmes, iras, intrigas, discórdias, facções, invejas, bebedeiras, orgias e coisas semelhantes a essas&#8221; (Gal 5, 19ss). São estas as vestes que depomos; são vestes da morte.</p>
<p>Em seguida, o batizando na Igreja Antiga se virava para oriente – símbolo da luz, símbolo do novo sol da história, novo sol que se levanta, símbolo de Cristo. O batizando determina a nova direção da sua vida: a fé em Deus trino, a quem ele se oferece. Assim, o próprio Deus nos veste com o traje de luz, com a veste da vida. Paulo chama a estas novas &#8220;vestes&#8221; &#8220;fruto do Espírito&#8221; e as descreve com as seguintes palavras: &#8220;caridade, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, lealdade, mansidão, continência&#8221; (Gal 5, 22).</p>
<p>Na Igreja Antiga, depois o batizando era verdadeiramente despojado das suas vestes. Descia à fonte batismal e era imerso por três vezes – um símbolo da morte que significa toda a radicalidade deste despojamento e desta mudança de veste. Esta vida, que em todo o caso já está voltada à morte, o batizando a entrega à morte, junto com Cristo, e por Ele se deixa arrastar e elevar para a vida nova, que o transforma para a eternidade. Depois subindo das águas batismais, os neófitos eram revestidos com a veste branca, a veste luminosa de Deus, e recebiam a vela acesa como sinal da vida nova na luz que Deus mesmo acendera neles. Eles sabiam que tinham obtido o remédio da imortalidade, que agora, no momento de receber a sagrada Comunhão, tomava a sua forma plena. Na Comunhão, recebemos o Corpo do Senhor ressuscitado e nós mesmos somos atraídos para este Corpo, de tal modo que ficamos já guardados por Aquele que venceu a morte e nos conduz através da morte.</p>
<p>No decorrer dos séculos, os símbolos tornaram-se mais escassos, mas o acontecimento essencial do Batismo continue sendo o mesmo. Este não é apenas um lavacro, e menos ainda uma recepção um pouco complicada numa nova associação. O Batismo é morte e ressurreição, renascimento para a nova vida.</p>
<p>Sim, a erva medicinal contra a morte existe. Cristo é a árvore da vida, que se fez novamente acessível. Se aderimos a ele, então estamos na vida. Por isso, nesta noite da ressurreição, cantaremos com todo o coração o aleluia, o canto da alegria que não tem necessidade de palavras. Por isso Paulo pode dizer aos Filipenses: &#8220;alegrai-vos sempre no Senhor; eu repito, alegrai-vos!&#8221; (Fl 4, 4). Não se pode comandar a alegria. Somente pode ser dada. O Senhor ressuscitado nos dá a alegria: a verdadeira vida. Já estamos protegidos para sempre guardados no amor daquele a quem foi dado todo o poder no céu e na terra (cf. Mt 28,18). Assim, seguros de ser escutados, peçamos como diz a oração sobre as oferendas que a Igreja eleva nesta noite: Acolhei, ó Deus, com estas oferendas as preces do vosso povo, para que a nova vida, que brota do mistério pascal, seja por vossa graça penhor da eternidade. Amém.</p>
<p>[Tradução distribuída pela Santa Sé</p>
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		<title>Informativo De Coração a Coração, Abril-2009</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Apr 2009 16:33:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fraternidade]]></category>
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		<description><![CDATA[“Aproximai-vos de Deus, e Ele se aproximará de vós.” Tiago 4, 8a
A paz de Jesus!
Reiniciamos nossas atividades, em tempo de Quaresma, buscando, neste tempo forte, nos aproximar do Senhor, robustecendo nossa fé e nossa confiança Nele.
“Aproximai-vos de Deus, e Ele se aproximará de vós.” Tiago 4, 8a

Mesmo nas tempestades da vida nós sabemos, pela certeza [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Aproximai-vos de Deus, e Ele se aproximará de vós.” Tiago 4, 8a</p>
<p><span id="more-396"></span>A paz de Jesus!</p>
<p>Reiniciamos nossas atividades, em tempo de Quaresma, buscando, neste tempo forte, nos aproximar do Senhor, robustecendo nossa fé e nossa confiança Nele.</p>
<p>“Aproximai-vos de Deus, e Ele se aproximará de vós.” Tiago 4, 8a</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-279" title="mail" src="http://coracaodejesusedemaria.com/portal/wp-content/uploads/2009/01/mail.jpg" alt="mail" width="590" height="400" /></p>
<p>Mesmo nas tempestades da vida nós sabemos, pela certeza da fé, que o Senhor está conosco.</p>
<p>Mesmo quando a doença, o desemprego, a dívida, a violência ou a morte investirem contra nós, o Senhor está conosco.</p>
<p>É nesta confiança que podemos dizer como disse o salmista: “Ainda que eu atravesse o vale escuro, não temerei, pois o Senhor está comigo”. Salmo 22 (23), 4a</p>
<p>Nós somos convidados por Deus a permanecermos Nele como Ele permanece conosco.</p>
<p>Permanecer em Deus significa que compartilharemos com Ele tudo que somos, tudo que sentimos, tudo que fizermos, tudo que vivermos. Também compartilharemos com Ele tudo que temos, e tudo o que nos falta. Todas as pessoas, animais, coisas e objetos que fazem parte da nossa vida.</p>
<p>Tudo que atribuirmos ser nosso será também de Deus.</p>
<p>E permanecendo Nele, compartilhando todas as coisas, conversaremos com Ele sobre tudo isto que faz parte do nosso viver.</p>
<p>Permanecendo Nele, calaremos, também, nosso coração no silêncio profundo de sua Presença, para que cresça dentro de nós o entendimento sobre a graça que Deus nos derrama. Um entendimento que se concretiza em resposta, em palavra, em sentimento de Deus, a respeito do que Ele nos quiser iluminar.</p>
<p>Assim permanecendo Nele, compartilhando a vida com Ele, iniciamos um diálogo de profunda intimidade e uma convivência de amor que não cessa, que não passa enquanto a procura mútua permanecer.</p>
<p>&lt;strong&gt;Rezemos juntos:&lt;/strong&gt;</p>
<p>Senhor, neste tempo de Quaresma, enche-nos com teu Espírito Santo que é a força que nos impulsiona para Ti. Faz-nos Senhor, ter saudade de Ti e vontade firme para buscarmos uma maior aproximação Contigo.</p>
<p>Que nos exercícios de oração, jejum, penitência e abstinência, possamos nos aproximar de Ti, fortalecendo a nossa vontade de fazer a tua vontade, Senhor. E que na prática da esmola e da caridade, o Teu Espírito Santo nos ensine a amar a Tua presença em nossos irmãos. Vinde oh Deus em nosso auxílio. Amém.</p>
<p>&lt;strong&gt;Editorial: &lt;/strong&gt;</p>
<p>Neste mês estamos iniciando o envio mensal de nosso Informativo De Coração a Coração, buscando uma maior aproximação entre todos nós que colaboramos nesta obra.</p>
<p>Esperamos que nosso Informativo seja também um alimento para a alma, através da mensagem e da oração que o introduzem, trazendo as principais notícias da obra.</p>
<p>O tema da Fraternidade para este Tempo de Quaresma é: Aproximar-se de Deus, fortalecendo nossa vontade de realizar a Sua vontade.</p>
<p>O tema da Fraternidade para o Tempo Pascal é: Tomar posse da alegria da ressurreição, “Por que a alegria do Senhor é nossa força” Neemias 8,10</p>
<p>A partir de abril, o boleto bancário, acompanhará o Informativo De Coração a Coração.</p>
<p>&lt;strong&gt;Web Rádio:&lt;/strong&gt;</p>
<p>Durante a Quaresma a programação da nossa webrádio tem o objetivo de auxiliar a reflexão de vida, a tomada de atitude de conversão, a aproximação de Deus e a adoração de Jesus em sua vida, paixão e morte na cruz. A partir da Páscoa, nossa programação será festiva celebrando a alegria da ressurreição do Senhor e da Sua misericórdia.</p>
<p>Para ouvir a web rádio Coração de Maria é preciso ter acesso à internet e digitar o seguinte endereço: www.webradiocoracaodemaria.com (tudo junto, sem acento, sem cedilha e com letra minúscula).</p>
<p>Para acessar o site digitar: www.coracaodejesusedemaria.com (tudo junto, sem acento, sem cedilha e com letra minúscula).</p>
<p>&lt;strong&gt;Programação de Abril&lt;/strong&gt;</p>
<p>Nosso próximo evento será a: I Jornada da Misericórdia</p>
<p>Entrada: GRATUITA.<br />
Pregação: PE. JORGE TADEU.</p>
<p>As informações do retiro estão no folheto de divulgação.</p>
<p>Venha participar e seja também um organizador deste evento, nos auxiliando com a sua intercessão de oração e com a divulgação.</p>
<p>Toda esta obra incluindo o site e a rádio não tem fins lucrativos e sobrevive graças a sua colaboração.</p>
<p>Pedimos a oração de todos vocês para continuarmos nossa missão de acordo com a vontade de Deus.</p>
<p>Que Deus abençoe a você e sua família.</p>
<p>Carlos Alberto Luvizetto Selistre e Lara Santana Gaya Selistre</p>
<p>Equipe de contato: Taiane, Fernando, Vera Regiani, Carlos e Lara.</p>
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		<title>Soprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Apr 2009 23:57:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Liturgia]]></category>
		<category><![CDATA[Domingo da Misericordia]]></category>
		<category><![CDATA[Misericordia]]></category>
		<category><![CDATA[Páscoa]]></category>
		<category><![CDATA[Ressureição]]></category>
		<category><![CDATA[São Tomé]]></category>

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		<description><![CDATA[A liturgia deste Domingo apresenta-nos essa comunidade de Homens Novos que nasce da cruz e da ressurreição de Jesus: a Igreja. A sua missão consiste em revelar aos homens a vida nova que brota da ressurreição.
Na primeira leitura temos, numa das &#8220;fotografias&#8221; que Lucas apresenta da comunidade cristã de Jerusalém, os traços da comunidade ideal: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A liturgia deste Domingo apresenta-nos essa comunidade de Homens Novos que nasce da cruz e da ressurreição de Jesus: a Igreja. A sua missão consiste em revelar aos homens a vida nova que brota da ressurreição.<span id="more-393"></span></p>
<p>Na primeira leitura temos, numa das &#8220;fotografias&#8221; que Lucas apresenta da comunidade cristã de Jerusalém, os traços da comunidade ideal: é uma comunidade formada por pessoas diversas, mas que vivem a mesma fé num só coração e numa só alma; é uma comunidade que manifesta o seu amor fraterno em gestos concretos de partilha e de dom e que, dessa forma, testemunha Jesus ressuscitado.</p>
<p>No Evangelho sobressai a ideia de que Jesus vivo e ressuscitado é o centro da comunidade cristã; é à volta dele que a comunidade se estrutura e é dele que ela recebe a vida que a anima e que lhe permite enfrentar as dificuldades e as perseguições. Por outro lado, é na vida da comunidade (na sua liturgia, no seu amor, no seu testemunho), que os homens encontram as provas de que Jesus está vivo.</p>
<p>A segunda leitura recorda aos membros da comunidade cristã os critérios que definem a vida cristã autêntica: o verdadeiro crente é aquele que ama Deus, que adere a Jesus Cristo e à proposta de salvação que, através dele, o Pai faz aos homens e que vive no amor aos irmãos. Quem vive desta forma, vence o mundo e passa a integrar a família de Deus.</p>
<p>Domingo, 19 de Abril de 2009<br />
2o Domingo da Páscoa &#8211; Domingo da Divina Misericórdia</p>
<p>— O Senhor esteja convosco!<br />
— Ele está no meio de nós!<br />
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.<br />
— Glória a vós, Senhor!</p>
<p>19Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”.<br />
20Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor.<br />
21Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”.<br />
22E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo.<br />
23A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos”.<br />
24Tomé, chamado Dídimo, que era um dos doze, não estava com eles quando Jesus veio.<br />
25Os outros discípulos contaram-lhe depois: “Vimos o Senhor!” Mas Tomé disse-lhes: “Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos e não puser a mão no seu lado, não acreditarei”.<br />
26Oito dias depois, encontravam-se os discípulos novamente reunidos em casa, e Tomé estava com eles. Estando fechadas as portas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: “A paz esteja convosco”.<br />
27Depois disse a Tomé: “Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. E não sejas incrédulo, mas fiel”.<br />
28Tomé respondeu: “Meu Senhor e meu Deus!”<br />
29Jesus lhe disse: “Acreditaste, porque me viste? Bem-aventurados os que creram sem terem visto!”<br />
30Jesus realizou muitos outros sinais diante dos discípulos, que não estão escritos neste livro.<br />
31Mas estes foram escritos para que acrediteis que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e, para que, crendo, tenhais a vida em seu nome.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-394" title="tome" src="http://coracaodejesusedemaria.com/portal/wp-content/uploads/2009/04/tome.jpg" alt="tome" width="590" height="400" /></p>
<p>Comentário ao Evangelho do dia feito por<br />
São Francisco de Sales (1567-1622), Bispo de Genebra e Doutor da Igreja<br />
Primeiro Sermão para o Pentecostes (rev.)</p>
<p><strong>Soprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo</strong></p>
<p>Senhor Jesus Cristo, faz com que voltemos a ter «um só coração e uma só alma» (Act 4, 32), porque, nesse momento, far-se-á «uma grande calma» (Mc 4, 39). Minha querida audiência, exorto-vos à amizade e à benevolência entre vós e à paz entre todos; porque, se tivéssemos caridade entre nós, teríamos a paz e o Espírito Santo. É necessário tornarmo-nos piedosos e rezar a Deus [...], porque os Apóstolos eram perseverantes na oração. [...] Se começarmos a rezar fervorosamente, o Espírito Santo virá sobre nós e dirá: «Tranquilizai-vos, sou Eu: não temais!» (cf. Mc 6,50) [...] Que devemos nós pedir a Deus, meus irmãos? Tudo o que for para Sua honra e para a salvação das nossas almas e, numa palavra, a ajuda do Espírito Santo; «Se lhes envias o Teu Espírito [...] renovas a face da terra» (Sl 104 (103), 30) – a paz e a tranquilidade&#8230;</p>
<p>É preciso que peçamos essa paz, para que o Espírito da paz venha sobre nós. Temos, também, de dar graças a Deus por todos os Seus benefícios, se quisermos que Ele nos conceda as vitórias que são o início da paz; e, para obter o Espírito Santo, temos de agradecer a Deus Pai que O enviou, primeiramente, ao nosso mestre, Jesus Cristo, Nosso Senhor, Seu Filho [...] – porque «todos nós participamos da Sua plenitude» (cf. Jo 1,16) – e porque O enviou aos Seus Apóstolos para que no-Lo comunicassem, impondo sobre nós as mãos. Temos de agradecer ao Filho: tal como Deus, Ele envia-nos o Espírito: sendo Deus, envia Espírito aos que se dispõem a recebê-Lo. Mas, sobretudo, temos de agradecer porque, sendo Homem, nos mereceu a graça de receber o Divino Espírito [...].</p>
<p>E como é que Jesus nos mereceu a vinda do Espírito Santo? «Inclinando a cabeça, entregou o espírito» (Jo 19,30); porque, entregando o Seu último suspiro, e o Seu espírito ao Pai, mereceu-nos que o Pai enviasse o Espírito ao Seu corpo místico.</p>
<p>fonte: <a href="http://www.evangelhoquotidiano.org/main.php?language=PT" target="_blank">http://www.evangelhoquotidiano.org</a></p>
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		<title>Este é o dia que o Senhor fez, exultemos e cantemos de alegria</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Apr 2009 02:31:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Liturgia]]></category>
		<category><![CDATA[Páscoa]]></category>
		<category><![CDATA[Ressureição]]></category>

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		<description><![CDATA[A liturgia deste Domingo celebra a ressurreição e garante-nos que a vida em plenitude resulta de uma existência feita dom e serviço em favor dos irmãos. A ressurreição de Cristo é o exemplo concreto que confirma tudo isto.
A primeira leitura apresenta o exemplo de Cristo que &#8220;passou pelo mundo fazendo o bem&#8221; e que, por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A liturgia deste Domingo celebra a ressurreição e garante-nos que a vida em plenitude resulta de uma existência feita dom e serviço em favor dos irmãos. A ressurreição de Cristo é o exemplo concreto que confirma tudo isto.<span id="more-390"></span></p>
<p>A primeira leitura apresenta o exemplo de Cristo que &#8220;passou pelo mundo fazendo o bem&#8221; e que, por amor, se deu até à morte; por isso, Deus O ressuscitou. Os discípulos, testemunhas desta dinâmica, devem anunciar este &#8220;caminho&#8221; a todos os homens.</p>
<p>O Evangelho coloca-nos diante de duas atitudes face à ressurreição: a do discípulo obstinado, que se recusa a aceitá-la porque, na sua lógica, o amor total e a doação da vida não podem, nunca, ser geradores de vida nova; e a do discípulo ideal, que ama Jesus e que, por isso, entende o seu caminho e a sua proposta (a esse não o escandaliza nem o espanta que da cruz tenha nascido a vida plena, a vida verdadeira).</p>
<p>A segunda leitura convida os cristãos, revestidos de Cristo pelo batismo, a continuarem a sua caminhada de vida nova, até à transformação plena (que acontecerá quando, pela morte, tivermos ultrapassado a última barreira da nossa finitude)</p>
<p>— O Senhor esteja convosco!<br />
— Ele está no meio de nós!<br />
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.<br />
— Glória a vós, Senhor!</p>
<p>1No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus, bem de madrugada, quando ainda estava escuro, e viu que a pedra tinha sido tirada do túmulo.<br />
2Então ela saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo, aquele que Jesus amava, e lhes disse: “Tiraram o Senhor do túmulo, e não sabemos onde o colocaram”.<br />
3Saíram, então, Pedro e o outro discípulo e foram ao túmulo.<br />
4Os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa que Pedro e chegou primeiro ao túmulo.<br />
5Olhando para dentro, viu as faixas de linho no chão, mas não entrou.<br />
6Chegou também Simão Pedro, que vinha correndo atrás, e entrou no túmulo. Viu as faixas de linho deitadas no chão<br />
7e o pano que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, não posto com as faixas, mas enrolado num lugar à parte.<br />
8Então entrou também o outro discípulo, que tinha chegado primeiro ao túmulo. Ele viu, e acreditou.<br />
9De fato, eles ainda não tinham compreendido a Escritura, segundo a qual ele devia ressuscitar dos mortos. <img class="alignnone size-full wp-image-391" title="ressureicao2" src="http://coracaodejesusedemaria.com/portal/wp-content/uploads/2009/04/ressureicao2.jpg" alt="ressureicao2" width="590" height="400" /></p>
<p>Comentário ao Evangelho do dia feito por<br />
São Máximo de Turim (?-c. 420), bispo<br />
CC Sermão 53, sobre o salmo 117 ; PL 57, 361 (trad. coll. Migne n° 65, p. 126)</p>
<p><strong>Este é o dia que o Senhor fez, exultemos e cantemos de alegria</strong></p>
<p>«Este é o dia que o Senhor fez, exultemos e cantemos de alegria» (Sl 117, 24). Não é por acaso, meus irmãos, que lemos hoje este salmo em que o profeta nos convida à alegria, em que o santo Davi convida toda a criação a celebrar este dia; porque hoje a ressurreição de Cristo abriu a mansão dos mortos, os novos baptizados da Igreja rejuvenesceram a terra, o Espírito Santo mostrou o céu. O inferno, aberto, devolve os seus mortos; a terra, rejuvenescida, faz eclodir os ressuscitados; e o céu abre-se em toda a sua grandeza para acolher aqueles que a ele ascendem.</p>
<p>O ladrão subiu ao paraíso (Lc 23, 43); os corpos dos santos entram na cidade santa (Mt 27, 53). [...] À ressurreição de Cristo, todos os elementos se elevam, com uma espécie de impulso, até às alturas. O inferno entrega aos anjos aqueles que mantinha presos, a terra envia para o céu aqueles que cobria, o céu apresenta ao Senhor aqueles que acolheu. [...] A ressurreição de Cristo é vida para os defuntos, perdão para os pecadores, glória para os santos. Assim, o grande Davi convida toda a criação a festejar a ressurreição de Cristo, incita-a a exultar de alegria neste dia que o Senhor fez.</p>
<p>Dir-me-eis talvez [...] que o céu e o inferno não foram estabelecidos no dia deste mundo; como podemos então pedir aos elementos que celebrem um dia com o qual nada têm de comum? O certo é que este dia que o Senhor fez tudo penetra, tudo contém, abraçando o céu, a terra e o inferno! A luz que é Cristo não foi detida pelas paredes, não foi abalada pelos elementos, não foi ensombrada pelas trevas. A luz de Cristo é um dia sem noite, um dia sem fim. Por toda a parte resplandece, por toda a parte brilha, em toda a parte permanece.</p>
<p>fonte: <a href="http://www.evangelhoquotidiano.org/main.php?language=PT" target="_blank">http://www.evangelhoquotidiano.org</a></p>
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		<title>O Senhor atuou neste dia</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Apr 2009 02:18:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Liturgia]]></category>
		<category><![CDATA[Páscoa]]></category>
		<category><![CDATA[Ressureição]]></category>
		<category><![CDATA[Sabado Santo]]></category>

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		<description><![CDATA[Irmãos, esperemos o Senhor e exultemos de alegria, a fim de O vermos e de rejubilarmos na Sua luz.
O Senhor Jesus “repousa” no Sepulcro.
A Sua Alma não deixou de vigiar e de continuar operante. Ela desce até onde a esperam todos aqueles que acreditaram em Deus e viveram na esperança da vinda do Redentor. Para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Irmãos, esperemos o Senhor e exultemos de alegria, a fim de O vermos e de rejubilarmos na Sua luz.<span id="more-384"></span></p>
<p>O Senhor Jesus “repousa” no Sepulcro.</p>
<p>A Sua Alma não deixou de vigiar e de continuar operante. Ela desce até onde a esperam todos aqueles que acreditaram em Deus e viveram na esperança da vinda do Redentor. Para todas as gerações da história humana, a Sua Morte é causa de salvação.</p>
<p>Mas repousam os Seus membros mortais e sofredores, como repousa a semente no seio da terra, na expectativa da vinda definitiva e gloriosa que, esta noite, irá surgir.</p>
<p>Pondo de parte toda a atividade, a Igreja está de vigia junto do sepulcro do Senhor.</p>
<p>Participando embora do mistério do Seu sofrimento e da Sua morte, ela vive na esperança. Sabe, com efeito, que Jesus, tão fiel ao Pai até à morte, não pode ficar “abandonado à corrupção”. A Sua Morte será o penhor da nova Criação, que se aproxima.</p>
<p>Sabe também que o “repouso” de Jesus é a imagem do “repouso” de todos aqueles que foram batizados na Sua Morte e Ressurreição. Depis que Ele morreu e foi sepultado, santificando a morte, ela já não srrá uma realidade terrível, mas sim “um intervalo, espiritualmente vivo, para o início de uma vida superior”.</p>
<p>Sábado, 11 de Abril de 2009<br />
Vigília Pascal</p>
<p>— O Senhor esteja convosco!<br />
— Ele está no meio de nós!<br />
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.<br />
— Glória a vós, Senhor!</p>
<p>1Quando passou o sábado, Maria Madalena e Maria, a mãe de Tiago, e Salomé, compraram perfumes para ungir o corpo de Jesus.<br />
2E bem cedo, no primeiro dia da semana, ao nascer do sol, elas foram ao túmulo.<br />
3E diziam entre si: “Quem rolará para nós a pedra da entrada do túmulo?”<br />
4Era uma pedra muito grande. Mas, quando olharam, viram que a pedra já tinha sido retirada.<br />
5Entraram, então, no túmulo e viram um jovem, sentado ao lado direito, vestido de branco.<br />
6Mas o jovem lhes disse: “Não vos assusteis! Vós procurais Jesus de Nazaré, que foi crucificado? Ele ressuscitou. Não está aqui.<br />
7Vede o lugar onde o puseram. Ide, dizei a seus discípulos e a Pedro que ele irá à vossa frente, na Galiléia. Lá vós o vereis, como ele mesmo tinha dito”.</p>
<p>- Palavra da Salvação.<br />
- Glória a vós, Senhor.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-385" title="ressureicao" src="http://coracaodejesusedemaria.com/portal/wp-content/uploads/2009/04/ressureicao.jpg" alt="ressureicao" width="590" height="400" /></p>
<p>Comentário ao Evangelho do dia feito por : Beato Guerric d&#8217;Igny</p>
<p><strong>O Senhor atuou neste dia</strong></p>
<p>«O Senhor atuou neste dia, cantemos e alegremo-nos nele» (Sl 117, 24). Irmãos, esperemos o Senhor e exultemos de alegria, a fim de O vermos e de rejubilarmos na Sua luz. Abraão exultou com a simples ideia de ver o dia de Cristo, e por isso mereceu vê-lo e rejubilar (Jo 8, 56). Também tu tens de velar todos os dias às portas da Sabedoria (Prov 8, 34) [...], montar guarda, com Maria Madalena, à porta do túmulo de Cristo. E estou certo de que então compreenderás com ela quão verdadeiro é o que lemos nas Escrituras sobre a Sabedoria em pessoa, que é Cristo: «os que a amam descobrem-na facilmente [...]. Ela antecipa-se a dar-se a conhecer aos que a desejam» (Sab 6, 12-13). [...]</p>
<p>Foi Ele mesmo que o prometeu: «Amo os que Me amam; quem Me procura encontrar-Me-á» (Prov 8, 17). Foi assim que Maria encontrou Jesus na carne, pois velava, tendo ido ao túmulo antes de amanhecer. É verdade que tu já não O conhecerás segundo a carne (2Cor 5, 16), mas segundo o espírito. Mas encontrá-Lo-ás espiritualmente, se O procurares com um desejo semelhante ao de Maria [...]: «A minha alma deseja-Vos de noite, e o meu espírito dentro de mim busca-Vos» (Is 26, 9). Diz com o salmista: «A minha alma está sedenta de Vós» (62, 2). [...]</p>
<p>Velai, pois, irmãos, e rezai intensamente! [...] Velai tanto mais quanto desponta já a aurora do dia que não tem ocaso. [...]  Sim, «já é hora de despertardes do sono, que [...] a noite vai adiantada e o dia está próximo» (Rom 13, 11-12). Velai, pois, para que a Luz da manhã, Cristo, nasça para vós, pois «iminente como a aurora está a Sua vinda» (Os 6, 3); Ele está disposto a renovar muitas vezes o mistério da Sua ressurreição matinal em favor daqueles que para Ele velam. Então poderás cantar, de coração jubiloso: «O Senhor atuou neste dia, cantemos e alegremo-nos nele».<br />
Adão tinha desejado tornar-se Deus; tinha desejado uma coisa impossível. Cristo cumulou esse desejo. «Quiseste tornar-te, disse Ele, o que não podias ser; mas Eu desejo tornar-Me homem, e posso-o. Deus faz todo o contrário do que tu fizeste ao deixares-te seduzir. Desejaste o que estava acima de ti; quanto a Mim, agarro o que está abaixo de Mim. Tu desejaste ser igual a Deus; Eu quero ser igual ao homem. [...] Desejaste tornar-te Deus e não o pudeste. Eu faço-Me homem, para tornar possível o que era impossível» Sim, foi realmente para isso que Deus veio. Ele dá testemunho aos seus apóstolos: «Desejei tanto comer esta Páscoa convosco!» (Lc 22, 15) [...] Desceu ao cair da tarde e disse: «Adão, onde estás?» (Gn 3, 9) [...] Aquele que veio para sofrer é o mesmo que desceu ao Paraíso.</p>
<p>fonte: <a href="http://www.evangelhoquotidiano.org/main.php?language=PT" target="_blank">http://www.evangelhoquotidiano.org</a></p>
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		<title>A cruz, árvore da vida</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Apr 2009 13:38:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Liturgia]]></category>
		<category><![CDATA[cruz]]></category>
		<category><![CDATA[Paixão do Senhor]]></category>
		<category><![CDATA[Páscoa]]></category>
		<category><![CDATA[Sexta-Feira Santa]]></category>

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		<description><![CDATA[A Paixão do Senhor, que não pode tomar-se isoladamente como um fato encerrado em si mesmo, visto ser apenas um dos momentos constitutivos da Páscoa, só pode compreender-se à luz da Palavra divina. Por isso, a Liturgia começa por nos introduzir, por meio de Isaías, de S. Paulo e de S. João, no mistério do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Paixão do Senhor, que não pode tomar-se isoladamente como um fato encerrado em si mesmo, visto ser apenas um dos momentos constitutivos da Páscoa, só pode compreender-se à luz da Palavra divina. <span id="more-381"></span>Por isso, a Liturgia começa por nos introduzir, por meio de Isaías, de S. Paulo e de S. João, no mistério do sofrimento e Morte de Jesus.</p>
<p>Na posse do significado salvífico da Paixão, a assembleia cristã sente necessidade de se unir a esse ato sacerdotal de expiação e intercessão. Assim, a Liturgia da Palavra encerrar-se-á com uma solene oração, que abrange a humanidade inteira, pela qual Cristo morreu – uma oração verdadeiramente missionária.</p>
<p>A Cruz, “sinal do amor universal de Deus” , símbolo do nosso resgate, domina a segunda parte da Celebração.</p>
<p>Levada processionalmente até ao altar, a cruz é apresentada à veneração de toda a humanidade pecadora, representada pela assembleia cristã. Nela, nós adoramos Jesus Cristo, Aquele que foi suspenso da Cruz, Aquele que foi, que é a “salvação do mundo”. É a ele também que exprimimos o nosso reconhecimento, quando beijamos o instrumento da nossa reconciliação.</p>
<p>Depois da contemplação do mistério da Cruz e da adoração de Cristo crucificado, a Liturgia vai-nos introduzir no mais íntimo do Mistério Pascal, vai-nos pôr em contato com o próprio “Cordeiro Pascal”.</p>
<p>Não se celebra hoja a Eucaristia. No entanto, na Comunhão do “Pão que dá a Vida”, consagrado em Quinta-feira Santa, somos “batizados” no Sangue de Jesus, somos mergulhados na Sua morte.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-382" title="cruz" src="http://coracaodejesusedemaria.com/portal/wp-content/uploads/2009/04/cruz.jpg" alt="cruz" width="590" height="400" /></p>
<p>Evangelho (João 18,1—19,42)<br />
Sexta-Feira, 10 de Abril de 2009<br />
Paixão do Senhor</p>
<p>Narrador 1: Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo, segundo João.<br />
Naquele tempo, 1Jesus saiu com os discípulos para o outro lado da torrente do Cedron. Havia aí um jardim, onde ele entrou com os discípulos. 2Também Judas, o traidor, conhecia o lugar, porque Jesus costumava reunir-se aí com os seus discípulos. 3Judas levou consigo um destacamento de soldados e alguns guardas dos sumos sacerdotes e fariseus, e chegou ali com lanternas, tochas e armas. 4Então Jesus, consciente de tudo o que ia acontecer, saiu ao encontro deles e disse:<br />
Pres.: “A quem procurais?”<br />
Narrador 1: 5Responderam:<br />
— “A Jesus, o Nazareno”.<br />
Narrador 1: Ele disse:<br />
Pres.: “Sou eu”.<br />
Narrador 1: Judas, o traidor, estava junto com eles. 6Quando Jesus disse: “Sou eu”, eles recuaram e caíram por terra. 7De novo lhes perguntou:<br />
Pres.: “A quem procurais?”<br />
Narrador 1: Eles responderam:<br />
— “A Jesus, o Nazareno”.<br />
Narrador 1: 8Jesus respondeu:<br />
Pres.: “Já vos disse que sou eu. Se é a mim que procurais, então deixai que estes se retirem”.<br />
Narrador 1: 9Assim se realizava a palavra que Jesus tinha dito:<br />
Pres.: “Não perdi nenhum daqueles que me confiaste”.<br />
Narrador 2: 10Simão Pedro, que trazia uma espada consigo, puxou dela e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. O nome do servo era Malco. 11Então Jesus disse a Pedro:<br />
Pres.: “Guarda a tua espada na bainha. Não vou beber o cálice que o Pai me deu?”<br />
Narrador 2: 12Então, os soldados, o comandante e os guardas dos judeus prenderam Jesus e o amarraram. 13Conduziram-no primeiro a Anás, que era o sogro de Caifás, o Sumo Sacerdote naquele ano. 14Foi Caifás que deu aos judeus o conselho:<br />
Leitor 1: “É preferível que um só morra pelo povo”.<br />
Narrador 2: 15Simão Pedro e um outro discípulo seguiam Jesus. Esse discípulo era conhecido do Sumo Sacerdote e entrou com Jesus no pátio do Sumo Sacerdote. 16Pedro ficou fora, perto da porta. Então o outro discípulo, que era conhecido do Sumo Sacerdote, saiu, conversou com a encarregada da porta e levou Pedro para dentro. 17A criada que guardava a porta disse a Pedro:<br />
Mulher: “Não pertences também tu aos discípulos desse homem?”<br />
Narrador 2: Ele respondeu:<br />
Leitor 1: “Não”.<br />
Narrador 2: 18Os empregados e os guardas fizeram uma fogueira e estavam se aquecendo, pois fazia frio. Pedro ficou com eles, aquecendo-se. 19Entretanto, o Sumo Sacerdote interrogou Jesus a respeito de seus discípulos e de seu ensinamento. 20Jesus lhe respondeu:<br />
Pres.: “Eu falei às claras ao mundo. Ensinei sempre na sinagoga e no Templo, onde todos os judeus se reúnem. Nada falei às escondidas. 21Por que me interrogas? Pergunta aos que ouviram o que falei; eles sabem o que eu disse”.<br />
Narrador 2: 22Quando Jesus falou isso, um dos guardas que ali estava deu-lhe uma bofetada, dizendo:<br />
Leitor 1: “É assim que respondes ao Sumo Sacerdote?”<br />
Narrador 2: 23Respondeu-lhe Jesus:<br />
Pres.: “Se respondi mal, mostra em quê; mas, se falei bem, por que me bates?”<br />
Narrador 1: 24Então, Anás enviou Jesus amarrado para Caifás, o Sumo Sacerdote. 25Simão Pedro continuava lá, em pé, aquecendo-se. Disseram-lhe:<br />
Leitor 1: “Não és tu, também, um dos discípulos dele?”<br />
Narrador 1: Pedro negou:<br />
Leitor 2: “Não!”<br />
Narrador 1: 26Então um dos empregados do Sumo Sacerdote, parente daquele a quem Pedro tinha cortado a orelha, disse:<br />
Leitor 1: “Será que não te vi no jardim com ele?”<br />
Narrador 2: 27Novamente Pedro negou. E na mesma hora, o galo cantou. 28De Caifás, levaram Jesus ao palácio do governador. Era de manhã cedo. Eles mesmos não entraram no palácio, para não ficarem impuros e poderem comer a páscoa. 29Então Pilatos saiu ao encontro deles e disse:<br />
Pilatos: “Que acusação apresentais contra este homem?”<br />
Narrador 2: 30Eles responderam:<br />
— “Se não fosse malfeitor, não o teríamos entregue a ti!”<br />
Narrador 2: 31Pilatos disse:<br />
Pilatos: “Tomai-o vós mesmos e julgai-o de acordo com a vossa lei”.<br />
Narrador 2: Os judeus lhe responderam:<br />
— “Nós não podemos condenar ninguém à morte”.<br />
Narrador 1: 32Assim se realizava o que Jesus tinha dito, significando de que morte havia de morrer. 33Então Pilatos entrou de novo no palácio, chamou Jesus e perguntou-lhe:<br />
Pilatos: “Tu és o rei dos judeus?”<br />
Narrador 1: 34Jesus respondeu:<br />
Pres.: “Estás dizendo isto por ti mesmo ou outros te disseram isto de mim?”<br />
Narrador 1: 35Pilatos falou:<br />
Pilatos: “Por acaso, sou judeu? O teu povo e os sumos sacerdotes te entregaram a mim. Que fizeste?”<br />
Narrador 1: 36Jesus respondeu:<br />
Pres.: “O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus guardas lutariam para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas o meu reino não é daqui”.<br />
Narrador 1: 37Pilatos disse a Jesus:<br />
Pilatos: “Então, tu és rei?”<br />
Narrador 1: Jesus respondeu:<br />
Pres.: “Tu o dizes: eu sou rei. Eu nasci e vim ao mundo para isto: para dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz”.<br />
Narrador 1: 38Pilatos disse a Jesus:<br />
Pilatos: “O que é a verdade?”<br />
Narrador 1: Ao dizer isso, Pilatos saiu ao encontro dos judeus, e disse-lhes:<br />
Pilatos: “Eu não encontro nenhuma culpa nele. 39Mas existe entre vós um costume, que pela Páscoa eu vos solte um preso. Quereis que vos solte o rei dos Judeus?”<br />
Narrador 1: 40Então, começaram a gritar de novo:<br />
— “Este não, mas Barrabás!”<br />
Narrador 2: Barrabás era um bandido. 19,1Então Pilatos mandou flagelar Jesus. 2Os soldados teceram uma coroa de espinhos e colocaram-na na cabeça de Jesus. Vestiram-no com um manto vermelho, 3aproximavam-se dele e diziam:<br />
— “Viva o rei dos judeus!”<br />
Narrador 2: E davam-lhe bofetadas. 4Pilatos saiu de novo e disse aos judeus:<br />
Pilatos: “Olhai, eu o trago aqui fora, diante de vós, para que saibais que não encontro nele crime algum”.<br />
Narrador 2: 5Então Jesus veio para fora, trazendo a coroa de espinhos e o manto vermelho. Pilatos disse-lhes:<br />
Pilatos: “Eis o homem!”<br />
Narrador 2: 6Quando viram Jesus, os sumos sacerdotes e os guardas começaram a gritar:<br />
— “Crucifica-o! Crucifica-o!”<br />
Narrador 2: Pilatos respondeu:<br />
Pilatos: “Levai-o vós mesmos para o crucificar, pois eu não encontro nele crime algum”.<br />
Narrador 2: 7Os judeus responderam:<br />
— “Nós temos uma Lei, e, segundo esta Lei, ele deve morrer, porque se fez Filho de Deus”.<br />
Narrador 2: 8Ao ouvir estas palavras, Pilatos ficou com mais medo ainda. 9Entrou outra vez no palácio e perguntou a Jesus:<br />
Pilatos: “De onde és tu?”<br />
Narrador 2: Jesus ficou calado. 10Então Pilatos disse:<br />
Pilatos: “Não me respondes? Não sabes que tenho autoridade para te soltar e autoridade para te crucificar?”<br />
Narrador 2: 11Jesus respondeu:<br />
Pres.: “Tu não terias autoridade alguma sobre mim, se ela não te fosse dada do alto. Quem me entregou a ti, portanto, tem culpa maior”.<br />
Narrador 2: 12Por causa disso, Pilatos procurava soltar Jesus. Mas os judeus gritavam:<br />
— “Se soltas este homem, não és amigo de César. Todo aquele que se faz rei, declara-se contra César”.<br />
Narrador 2: 13Ouvindo essas palavras, Pilatos levou Jesus para fora e sentou-se no tribunal, no lugar chamado “Pavimento”, em hebraico “Gábata”. 14Era o dia da preparação da Páscoa, por volta do meio-dia. Pilatos disse aos judeus:<br />
Pilatos: “Eis o vosso rei!”<br />
Narrador 2: 15Eles, porém, gritavam:<br />
— “Fora! Fora! Crucifica-o!”<br />
Narrador 2: Pilatos disse:<br />
Pilatos: “Hei de crucificar o vosso rei?”<br />
Narrador 2: Os sumos sacerdotes responderam:<br />
— “Não temos outro rei senão César”.<br />
Narrador 2: 16Então Pilatos entregou Jesus para ser crucificado, e eles o levaram.<br />
Narrador 1: 17Jesus tomou a cruz sobre si e saiu para o lugar chamado Calvário”, em hebraico “Gólgota”. 18Ali o crucificaram, com outros dois: um de cada lado, e Jesus no meio.<br />
Narrador 1: 19Pilatos mandou ainda escrever um letreiro e colocá-lo na cruz; nele estava escrito:<br />
— “Jesus Nazareno, o Rei dos Judeus”.<br />
Narrador 1: 20Muitos judeus puderam ver o letreiro, porque o lugar em que Jesus foi crucificado ficava perto da cidade. O letreiro estava escrito em hebraico, latim e grego.<br />
Narrador 1: 21Então os sumos sacerdotes dos judeus disseram a Pilatos:<br />
— “Não escrevas ‘O Rei dos Judeus’, mas sim o que ele disse: ‘Eu sou o Rei dos judeus’”.<br />
Narrador 1: 22Pilatos respondeu:<br />
Pilatos: “O que escrevi, está escrito”.<br />
Narrador 1: 23Depois que crucificaram Jesus, os soldados repartiram a sua roupa em quatro partes, uma parte para cada soldado. Quanto à túnica, esta era tecida sem costura, em peça única de alto abaixo. 24Disseram então entre si:<br />
— “Não vamos dividir a túnica. Tiremos a sorte para ver de quem será”.<br />
Narrador 2: Assim se cumpria a Escritura que diz: “Repartiram entre si as minhas vestes e lançaram sorte sobre a minha túnica”. Assim procederam os soldados.<br />
Narrador 1: 25Perto da cruz de Jesus, estavam de pé a sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena. 26Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe:<br />
Pres.: “Mulher, este é o teu filho”.<br />
Narrador 1: 27Depois disse ao discípulo:<br />
Pres.: “Esta é a tua mãe”.<br />
Narrador 1: Daquela hora em diante, o discípulo a acolheu consigo. 28Depois disso, Jesus, sabendo que tudo estava consumado, e para que a Escritura se cumprisse até o fim, disse:<br />
Pres.: “Tenho sede”.<br />
Narrador 1: 29Havia ali uma jarra cheia de vinagre. Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre e levaram-na à boca de Jesus. 30Ele tomou o vinagre e disse:<br />
Pres.: “Tudo está consumado”.<br />
Narrador 1: E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.<br />
(Aqui todos se ajoelham.)<br />
Narrador 2: 31Era o dia da preparação para a Páscoa. Os judeus queriam evitar que os corpos ficassem na cruz durante o sábado, porque aquele sábado era dia de festa solene. Então pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas aos crucificados e os tirasse da cruz.<br />
Narrador 1: 32Os soldados foram e quebraram as pernas de um e depois do outro que foram crucificados com Jesus. 33Ao se aproximarem de Jesus, e vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas; 34mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água.<br />
Narrador 2: 35Aquele que viu dá testemunho e seu testemunho é verdadeiro; e ele sabe que fala a verdade, para que vós também acrediteis. 36Isso aconteceu para que se cumprisse a Escritura, que diz: “Não quebrarão nenhum dos seus ossos”. 37E outra Escritura ainda diz: “Olharão para aquele que transpassaram”.<br />
Narrador 1: 38Depois disso, José de Arimatéia, que era discípulo de Jesus — mas às escondidas, por medo dos judeus — pediu a Pilatos para tirar o corpo de Jesus. Pilatos consentiu. Então José veio tirar o corpo de Jesus. 39Chegou também Nicodemos, o mesmo que antes tinha ido a Jesus de noite. Trouxe uns trinta quilos de perfume feito de mirra e aloés. 40Então tomaram o corpo de Jesus e envolveram-no, com os aromas, em faixas de linho, como os judeus costumam sepultar.<br />
Narrador 2: 41No lugar onde Jesus foi crucificado, havia um jardim e, no jardim, um túmulo novo, onde ainda ninguém tinha sido sepultado. 42Por causa da preparação da Páscoa, e como o túmulo estava perto, foi ali que colocaram Jesus.</p>
<p>- Palavra da Salvação.<br />
- Glória a vós, Senhor.</p>
<p>Comentário ao Evangelho do dia feito por : Severiano de Gabala</p>
<p><strong>A cruz, árvore da vida</strong></p>
<p>Havia uma árvore no meio do paraíso. A serpente serviu-se dela para enganar os nossos primeiros pais. Reparem nesta coisa espantosa: para iludir o homem, a serpente vai recorrer a um sentimento inerente à sua natureza. Com efeito, ao modelar o homem, o Senhor tinha colocado nele, para além de um conhecimento geral do universo, o desejo de Deus. Logo que o demónio descobriu esse desejo ardente, disse ao homem: «Sereis como deuses (Gn 3, 5). Agora sois apenas homens e não podeis estar sempre com Deus; mas, se vos tornardes como deuses, estareis sempre com ele». [...] Dessa forma, foi o desejo de ser igual a Deus que seduziu a mulher [...], ela comeu e induziu o homem a fazer outro tanto. [...] Ora, após a falta, «Adão ouviu a voz do Senhor que se passeava no Paraíso ao cair da tarde» (Gn 3, 8). [...] Bendito seja o Deus dos santos por ter visitado Adão ao cair da tarde! E por visitá-lo ainda agora, ao cair da tarde, na cruz.</p>
<p>Porque foi precisamente na hora em que Adão acabava de comer que o Senhor sofreu a sua paixão, nessas horas marcadas pelo pecado e pelo julgamento, isto é, entre a sexta e a nona hora. Na hora sexta, Adão comeu, de acordo com a lei da natureza; em seguida, escondeu-se. E ao cair da tarde, Deus veio até ele.</p>
<p>Adão tinha desejado tornar-se Deus; tinha desejado uma coisa impossível. Cristo cumulou esse desejo. «Quiseste tornar-te, disse Ele, o que não podias ser; mas Eu desejo tornar-Me homem, e posso-o. Deus faz todo o contrário do que tu fizeste ao deixares-te seduzir. Desejaste o que estava acima de ti; quanto a Mim, agarro o que está abaixo de Mim. Tu desejaste ser igual a Deus; Eu quero ser igual ao homem. [...] Desejaste tornar-te Deus e não o pudeste. Eu faço-Me homem, para tornar possível o que era impossível» Sim, foi realmente para isso que Deus veio. Ele dá testemunho aos seus apóstolos: «Desejei tanto comer esta Páscoa convosco!» (Lc 22, 15) [...] Desceu ao cair da tarde e disse: «Adão, onde estás?» (Gn 3, 9) [...] Aquele que veio para sofrer é o mesmo que desceu ao Paraíso.</p>
<p>fonte: <a href="http://www.evangelhoquotidiano.org/main.php?language=PT" target="_blank">http://www.evangelhoquotidiano.org</a></p>
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		<title>Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelos seus amigos</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2009 11:41:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Liturgia]]></category>
		<category><![CDATA[Eucaristia]]></category>
		<category><![CDATA[Páscoa]]></category>
		<category><![CDATA[quinta-feira santa]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário ao Evangelho do dia feito por : Papa Bento XVI
«Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelos seus amigos» (Jo 15, 13)

Evangelho (João 13,1-15)
Quinta-Feira, 9 de Abril de 2009
Ceia do Senhor
— O Senhor esteja convosco!
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + escrito por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Comentário ao Evangelho do dia feito por : Papa Bento XVI<br />
«Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelos seus amigos» (Jo 15, 13)<br />
<span id="more-377"></span></p>
<p>Evangelho (João 13,1-15)<br />
Quinta-Feira, 9 de Abril de 2009<br />
Ceia do Senhor</p>
<p>— O Senhor esteja convosco!<br />
— Ele está no meio de nós.<br />
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + escrito por João.<br />
— Glória a vós, Senhor!</p>
<p>Era antes da festa da Páscoa. Jesus sabia que tinha chegado a sua hora de passar deste mundo para o Pai; tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim.<br />
Estavam tomando a ceia. O diabo já tinha posto no coração de Judas, filho de Simão Iscariotes, o propósito de entregar Jesus.<br />
Jesus, sabendo que o Pai tinha colocado tudo em suas mãos e que de Deus tinha saído e para Deus voltava,<br />
levantou-se da mesa, tirou o manto, pegou uma toalha e amarrou-a na cintura.<br />
Derramou água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos, enxugando-os com a toalha com que estava cingido.<br />
Chegou a vez de Simão Pedro. Pedro disse: “Senhor, tu me lavas os pés?” 7Respondeu Jesus: “Agora, não entendes o que estou fazendo; mais tarde compreenderás”.<br />
Disse-lhe Pedro: “Tu nunca me lavarás os pés!”<br />
as Jesus respondeu: “Se eu não te lavar, não terás parte comigo”.<br />
Simão Pedro disse: “Senhor, então lava não somente os meus pés, mas também as mãos e a cabeça”.<br />
Jesus respondeu: “Quem já se banhou não precisa lavar senão os pés, porque já está todo limpo. Também vós estais limpos, mas não todos”.<br />
Jesus sabia quem o ia entregar; por isso disse: “Nem todos estais limpos”.<br />
Depois de ter lavado os pés dos discípulos, Jesus vestiu o manto e sentou-se de novo. E disse aos discípulos: “Compreendeis o que acabo de fazer? 13Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, pois eu o sou.<br />
Portanto, se eu, o Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros.<br />
Dei-vos o exemplo, para que façais a mesma coisa que eu fiz.</p>
<p>- Palavra da Salvação.<br />
- Glória a vós, Senhor.</p>
<p><a href="http://coracaodejesusedemaria.com/portal/wp-content/uploads/2009/04/santaceia.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-378" title="santaceia" src="http://coracaodejesusedemaria.com/portal/wp-content/uploads/2009/04/santaceia.jpg" alt="santaceia" width="590" height="400" /></a></p>
<p><strong>Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelos seus amigos</strong></p>
<p>Sacramento da Caridade, a santíssima Eucaristia é a doação que Jesus Cristo faz de Si mesmo, revelando-nos o amor infinito de Deus por cada homem. Neste sacramento admirável, manifesta-se o amor «maior»: o amor que leva a «dar a vida pelos amigos» (Jo 15, 13). De facto, Jesus «amou-os até ao fim» (Jo 13, 1). Com estas palavras, o evangelista introduz o gesto de infinita humildade que Ele realizou: na vigília da Sua morte por nós na cruz, pôs uma toalha à cintura e lavou os pés aos Seus discípulos. Do mesmo modo, no sacramento eucarístico, Jesus continua a amar-nos «até ao fim», até ao dom do Seu corpo e do Seu sangue. Que enlevo se deve ter apoderado do coração dos discípulos à vista dos gestos e palavras do Senhor durante aquela Ceia! Que maravilha deve suscitar, também no nosso coração, o mistério eucarístico!</p>
<p>Com efeito, neste sacramento, Jesus torna-Se alimento para o homem, faminto de verdade e de liberdade. Uma vez que só a verdade nos pode tornar verdadeiramente livres (Jo 8, 36), Cristo faz-Se alimento de Verdade para nós. [...] De facto, todo o homem traz dentro de si o desejo insuprimível da verdade última e definitiva. Por isso, o Senhor Jesus, «caminho, verdade e vida» (Jo 14, 6), dirige-Se ao coração anelante do homem que se sente peregrino e sedento, ao coração que suspira pela fonte da vida, ao coração mendigo da Verdade. Com efeito, Jesus Cristo é a Verdade feita Pessoa, que atrai a Si o mundo. [...]</p>
<p>No sacramento da Eucaristia, Jesus mostra-nos de modo particular a verdade do amor, que é a própria essência de Deus. Esta é a verdade evangélica que interessa a todo o homem e ao homem todo. Por isso a Igreja, que encontra na Eucaristia o seu centro vital, esforça-se constantemente por anunciar a todos, em tempo propício e fora dele (cf. 2 Tm 4, 2), que Deus é amor. Exactamente porque Cristo Se fez alimento de Verdade para nós, a Igreja dirige-se ao homem convidando-o a acolher livremente o dom de Deus.</p>
<p>fonte: <a href="http://www.evangelhoquotidiano.org/main.php?language=PT" target="_blank">http://www.evangelhoquotidiano.org</a></p>
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		<title>O Tempo Litúrgico</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jan 2009 16:47:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jacira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação]]></category>
		<category><![CDATA[Liturgia]]></category>
		<category><![CDATA[Advento]]></category>
		<category><![CDATA[Calendário]]></category>
		<category><![CDATA[Domingo]]></category>
		<category><![CDATA[Evangelho]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Páscoa]]></category>

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		<description><![CDATA[A Igreja Católica costuma organizar a liturgia num ciclo trienal, com os anos A, B e C. Cada um destes anos é uma grandeza autônoma, sem que nenhum deles pressuponha o outro. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Igreja Católica costuma organizar a liturgia num ciclo trienal, com os anos A, B e C. Cada um destes anos é uma grandeza autônoma, sem que nenhum deles pressuponha o outro.  Nas festas maiores todas as leituras, ou uma parte delas, são idênticas nos três anos porque há textos com características específicas de cada festa. A liturgia dos anos A, B e C segue um mesmo evangelista para leituras do evangelho.<span id="more-229"></span></p>
<p>Assim, o ano A tem evangelhos de Mateus, o ano B de Marcos e o ano C de Lucas. No ciclo Natalino que começa com o Advento, os evangelhos dizem respeito à perspectiva escatológica, que abrange:</p>
<p>- os ensinamentos finais de Jesus nos três evangelhos sinóticos;</p>
<p>- a preparação imediata da vinda de Jesus Salvador, o Messias que está na pregação do profeta João Batista;</p>
<p>- e os acontecimentos do nascimento e infância de Jesus, no começo do evangelho de Mateus e Lucas, porque Marcos não trata desta.  Portanto os evangelhos lucanos da infância fazem parte também do ano B.</p>
<p>Tanto o Natal como a Páscoa são domingos fortes da liturgia.</p>
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