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	<title>coracaodejesusedemaria.com &#187; Sabado Santo</title>
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		<title>Homilia do Santo Padre na Vigília Pascal</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Apr 2010 14:59:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Liturgia]]></category>
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		<category><![CDATA[Sabado Santo]]></category>
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		<description><![CDATA[Reproduzimos a Homilia do Papa Bento XVI no Sábado Santo de 2010
Amados irmãos e irmãs,

Uma antiga lenda judaica, tirada do livro apócrifo &#8220;A vida de Adão e Eva&#8221;, conta que Adão, durante a sua última enfermidade, teria mandado o filho Set juntamente com Eva à na região do Paraíso buscar o óleo da misericórdia, para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reproduzimos a Homilia do Papa Bento XVI no Sábado Santo de 2010<span id="more-614"></span></p>
<p>Amados irmãos e irmãs,</p>
<p><a href="http://coracaodejesusedemaria.com/portal/wp-content/uploads/2010/04/papa_vigilia_pascal_2010.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-616" title="papa_vigilia_pascal_2010" src="http://coracaodejesusedemaria.com/portal/wp-content/uploads/2010/04/papa_vigilia_pascal_2010.jpg" alt="papa_vigilia_pascal_2010" width="590" height="400" /></a></p>
<p>Uma antiga lenda judaica, tirada do livro apócrifo &#8220;A vida de Adão e Eva&#8221;, conta que Adão, durante a sua última enfermidade, teria mandado o filho Set juntamente com Eva à na região do Paraíso buscar o óleo da misericórdia, para ser ungido com este e assim ficar curado. Aos dois, depois de muito rezar e chorar à procura da árvore da vida, aparece o Arcanjo Miguel para dizer que não conseguiriam obter o óleo da árvore da misericórdia e que Adão deveria morrer. Em seguida, os leitores cristãos adicionaram a esta comunicação do arcanjo, uma palavra de consolação. O Arcanjo teria dito que, depois de 5.500 anos, viria o benévolo Rei Cristo, o Filho de Deus, e ungiria com o óleo da sua misericórdia todos aqueles que acreditassem nele. &#8220;O óleo da misericórdia para toda a eternidade será dado a quantos deverão renascer da água e do Espírito Santo. Então, o Filho de Deus rico de amor, Cristo, descerá às profundezas da terra e conduzirá o teu pai ao Paraíso, para junto da árvore da misericórdia&#8221;. Nesta lenda, faz-se palpável toda a aflição do homem diante do destino de enfermidade, dor e morte que nos foi imposto. Torna-se evidente a resistência que o homem oferece à morte: em algum lugar – repetidamente pensaram os homens – deveria existir a erva medicinal contra a morte. Mais cedo ou mais tarde, deveria ser possível encontrar o remédio não somente contra as diversas doenças, mas contra a verdadeira fatalidade – contra a morte. Deveria, em suma, existir o remédio da imortalidade. Também hoje, os homens andam à procura de tal substância curativa. A ciência médica atual, incapaz de excluir a morte, procura, contudo, eliminar o maior número possível das suas causas, adiando-a sempre mais; procura uma vida sempre melhor e mais longa. Mas, pensemos um pouco: caso se conseguisse quiçá não excluir totalmente a morte mas adiá-la indefinidamente, como seria chegar a uma idade de várias centenas de anos? Isto seria bom? A humanidade envelheceria numa medida extraordinária; não haveria lugar para a juventude. A capacidade de inovação se apagaria e uma vida interminável não seria um paraíso, mas uma condenação. A verdadeira erva medicinal contra a morte deveria ser diversa. Não deveria levar simplesmente a uma prolongação indefinida desta vida atual. Deveria transformar a nossa vida a partir do interior. Deveria criar em nós uma vida nova, verdadeiramente capaz de eternidade: deveria transformar-nos de tal modo que não terminasse com a morte, mas com ela iniciasse em plenitude. A novidade impressionante da mensagem cristã, do Evangelho de Jesus Cristo era, e ainda é, dizer-nos isto: sim, esta erva medicinal contra a morte, este autêntico remédio da imortalidade existe. Foi encontrado. É acessível. No Batismo, este medicamento nos é dado. Uma vida nova começa em nós, uma vida nova que amadurece na fé e não é cancelada pela morte da vida velha, mas só então se tornará plenamente visível.</p>
<p>Ouvindo isto alguns, quiçá muitos, responderão: a mensagem sim, eu escuto, mas falta-me a fé. E, mesmo quem quer acreditar perguntará: mas, é verdadeiramente assim? Como devemos imaginá-la? Como se realiza esta transformação da vida velha, de tal modo que nela se forme a vida nova que não conhece a morte? Mais uma vez, um antigo escrito judaico pode nos ajudar a ter uma idéia daquele processo misterioso que tem início em nós no Batismo. Neste escrito se conta que o patriarca Henoc foi arrebatado até ao trono de Deus. Mas, ele se atemorizou à vista das gloriosas potestades angélicas e, na sua fraqueza humana, não pôde contemplar a Face de Deus. &#8220;Então Deus disse a Miguel – assim continua o livro de Henoc – &#8216;Toma Henoc e tira-lhe as vestes terrenas. Unge-o com o óleo suave e reviste-o com vestes de glória! &#8216; E, Miguel tirou as minhas vestes, ungiu-me com óleo suave; este óleo possuía algo mais que uma luz radiosa&#8230; O seu esplendor era semelhante aos raios do sol. Quando me vi, eis que eu era como um dos seres gloriosos&#8221; (Ph. Rech, Inbild des Kosmos, II 524).</p>
<p>Isto mesmo – ser revestidos com a nova veste de Deus – verivica-se Batismo; assim nos ensina a fé cristã. É verdade que esta mudança das vestes é um percurso que dura toda a vida. Aquilo que acontece no Batismo é o início de um processo que abarca toda a nossa vida –torna-nos capazes de eternidade, de tal modo que, na veste de luz de Jesus Cristo, podemos aparecer diante de Deus e viver com Ele para sempre.</p>
<p>No rito do Batismo, há dois elementos nos quais este evento se expressa e torna visível, também como exigência para o resto da nossa vida. Em primeiro lugar, temos o rito das renúncias e das promessas. Na Igreja Antiga, o batizando virava-se para ocidente, símbolo das trevas, do pôr do sol, da morte e, portanto, do domínio do pecado. O batizando virava-se para aquela direção e pronunciava um tríplice &#8220;não&#8221;: ao diabo, às suas pompas e ao pecado. Com a estranha palavra &#8220;pompas&#8221;, ou seja, o fausto do diabo, indicava-se o esplendor do antigo culto dos deuses e do antigo teatro, onde a diversão era ver pessoas vivas sendo dilaceradas pelas feras. Portanto, isto era o repúdio de um tipo de cultura que acorrentava o homem à adoração do poder, ao mundo da cobiça, à mentira, à crueldade. Era um ato de libertação da imposição de uma forma de vida que se apresentava como prazer e, contudo, levava à destruição daquilo que no homem são as suas qualidades melhores. Esta renúncia – com um comportamento menos dramático – constitui ainda hoje uma parte essencial do Batismo. Assim removemos as &#8220;vestes velhas&#8221;, com as quais não se pode estar diante de Deus. Melhor dito: começamos a depô-las. Com efeito, esta renúncia é uma promessa na qual damos a mão a Cristo, para que Ele nos guie e revista. Quais sejam as &#8220;vestes&#8221; que depomos e qual seja a promessa que pronunciamos fica claro quando lemos, no quinto capítulo da Carta aos Gálatas, aquilo que Paulo denomina &#8220;obras da carne&#8221; – termo que significa precisamente as vestes velhas que devem ser depostas. Paulo as designa assim: &#8220;fornicação, libertinagem, devassidão, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, ciúmes, iras, intrigas, discórdias, facções, invejas, bebedeiras, orgias e coisas semelhantes a essas&#8221; (Gal 5, 19ss). São estas as vestes que depomos; são vestes da morte.</p>
<p>Em seguida, o batizando na Igreja Antiga se virava para oriente – símbolo da luz, símbolo do novo sol da história, novo sol que se levanta, símbolo de Cristo. O batizando determina a nova direção da sua vida: a fé em Deus trino, a quem ele se oferece. Assim, o próprio Deus nos veste com o traje de luz, com a veste da vida. Paulo chama a estas novas &#8220;vestes&#8221; &#8220;fruto do Espírito&#8221; e as descreve com as seguintes palavras: &#8220;caridade, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, lealdade, mansidão, continência&#8221; (Gal 5, 22).</p>
<p>Na Igreja Antiga, depois o batizando era verdadeiramente despojado das suas vestes. Descia à fonte batismal e era imerso por três vezes – um símbolo da morte que significa toda a radicalidade deste despojamento e desta mudança de veste. Esta vida, que em todo o caso já está voltada à morte, o batizando a entrega à morte, junto com Cristo, e por Ele se deixa arrastar e elevar para a vida nova, que o transforma para a eternidade. Depois subindo das águas batismais, os neófitos eram revestidos com a veste branca, a veste luminosa de Deus, e recebiam a vela acesa como sinal da vida nova na luz que Deus mesmo acendera neles. Eles sabiam que tinham obtido o remédio da imortalidade, que agora, no momento de receber a sagrada Comunhão, tomava a sua forma plena. Na Comunhão, recebemos o Corpo do Senhor ressuscitado e nós mesmos somos atraídos para este Corpo, de tal modo que ficamos já guardados por Aquele que venceu a morte e nos conduz através da morte.</p>
<p>No decorrer dos séculos, os símbolos tornaram-se mais escassos, mas o acontecimento essencial do Batismo continue sendo o mesmo. Este não é apenas um lavacro, e menos ainda uma recepção um pouco complicada numa nova associação. O Batismo é morte e ressurreição, renascimento para a nova vida.</p>
<p>Sim, a erva medicinal contra a morte existe. Cristo é a árvore da vida, que se fez novamente acessível. Se aderimos a ele, então estamos na vida. Por isso, nesta noite da ressurreição, cantaremos com todo o coração o aleluia, o canto da alegria que não tem necessidade de palavras. Por isso Paulo pode dizer aos Filipenses: &#8220;alegrai-vos sempre no Senhor; eu repito, alegrai-vos!&#8221; (Fl 4, 4). Não se pode comandar a alegria. Somente pode ser dada. O Senhor ressuscitado nos dá a alegria: a verdadeira vida. Já estamos protegidos para sempre guardados no amor daquele a quem foi dado todo o poder no céu e na terra (cf. Mt 28,18). Assim, seguros de ser escutados, peçamos como diz a oração sobre as oferendas que a Igreja eleva nesta noite: Acolhei, ó Deus, com estas oferendas as preces do vosso povo, para que a nova vida, que brota do mistério pascal, seja por vossa graça penhor da eternidade. Amém.</p>
<p>[Tradução distribuída pela Santa Sé</p>
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		<title>O Senhor atuou neste dia</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Apr 2009 02:18:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Irmãos, esperemos o Senhor e exultemos de alegria, a fim de O vermos e de rejubilarmos na Sua luz.
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A Sua Alma não deixou de vigiar e de continuar operante. Ela desce até onde a esperam todos aqueles que acreditaram em Deus e viveram na esperança da vinda do Redentor. Para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Irmãos, esperemos o Senhor e exultemos de alegria, a fim de O vermos e de rejubilarmos na Sua luz.<span id="more-384"></span></p>
<p>O Senhor Jesus “repousa” no Sepulcro.</p>
<p>A Sua Alma não deixou de vigiar e de continuar operante. Ela desce até onde a esperam todos aqueles que acreditaram em Deus e viveram na esperança da vinda do Redentor. Para todas as gerações da história humana, a Sua Morte é causa de salvação.</p>
<p>Mas repousam os Seus membros mortais e sofredores, como repousa a semente no seio da terra, na expectativa da vinda definitiva e gloriosa que, esta noite, irá surgir.</p>
<p>Pondo de parte toda a atividade, a Igreja está de vigia junto do sepulcro do Senhor.</p>
<p>Participando embora do mistério do Seu sofrimento e da Sua morte, ela vive na esperança. Sabe, com efeito, que Jesus, tão fiel ao Pai até à morte, não pode ficar “abandonado à corrupção”. A Sua Morte será o penhor da nova Criação, que se aproxima.</p>
<p>Sabe também que o “repouso” de Jesus é a imagem do “repouso” de todos aqueles que foram batizados na Sua Morte e Ressurreição. Depis que Ele morreu e foi sepultado, santificando a morte, ela já não srrá uma realidade terrível, mas sim “um intervalo, espiritualmente vivo, para o início de uma vida superior”.</p>
<p>Sábado, 11 de Abril de 2009<br />
Vigília Pascal</p>
<p>— O Senhor esteja convosco!<br />
— Ele está no meio de nós!<br />
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.<br />
— Glória a vós, Senhor!</p>
<p>1Quando passou o sábado, Maria Madalena e Maria, a mãe de Tiago, e Salomé, compraram perfumes para ungir o corpo de Jesus.<br />
2E bem cedo, no primeiro dia da semana, ao nascer do sol, elas foram ao túmulo.<br />
3E diziam entre si: “Quem rolará para nós a pedra da entrada do túmulo?”<br />
4Era uma pedra muito grande. Mas, quando olharam, viram que a pedra já tinha sido retirada.<br />
5Entraram, então, no túmulo e viram um jovem, sentado ao lado direito, vestido de branco.<br />
6Mas o jovem lhes disse: “Não vos assusteis! Vós procurais Jesus de Nazaré, que foi crucificado? Ele ressuscitou. Não está aqui.<br />
7Vede o lugar onde o puseram. Ide, dizei a seus discípulos e a Pedro que ele irá à vossa frente, na Galiléia. Lá vós o vereis, como ele mesmo tinha dito”.</p>
<p>- Palavra da Salvação.<br />
- Glória a vós, Senhor.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-385" title="ressureicao" src="http://coracaodejesusedemaria.com/portal/wp-content/uploads/2009/04/ressureicao.jpg" alt="ressureicao" width="590" height="400" /></p>
<p>Comentário ao Evangelho do dia feito por : Beato Guerric d&#8217;Igny</p>
<p><strong>O Senhor atuou neste dia</strong></p>
<p>«O Senhor atuou neste dia, cantemos e alegremo-nos nele» (Sl 117, 24). Irmãos, esperemos o Senhor e exultemos de alegria, a fim de O vermos e de rejubilarmos na Sua luz. Abraão exultou com a simples ideia de ver o dia de Cristo, e por isso mereceu vê-lo e rejubilar (Jo 8, 56). Também tu tens de velar todos os dias às portas da Sabedoria (Prov 8, 34) [...], montar guarda, com Maria Madalena, à porta do túmulo de Cristo. E estou certo de que então compreenderás com ela quão verdadeiro é o que lemos nas Escrituras sobre a Sabedoria em pessoa, que é Cristo: «os que a amam descobrem-na facilmente [...]. Ela antecipa-se a dar-se a conhecer aos que a desejam» (Sab 6, 12-13). [...]</p>
<p>Foi Ele mesmo que o prometeu: «Amo os que Me amam; quem Me procura encontrar-Me-á» (Prov 8, 17). Foi assim que Maria encontrou Jesus na carne, pois velava, tendo ido ao túmulo antes de amanhecer. É verdade que tu já não O conhecerás segundo a carne (2Cor 5, 16), mas segundo o espírito. Mas encontrá-Lo-ás espiritualmente, se O procurares com um desejo semelhante ao de Maria [...]: «A minha alma deseja-Vos de noite, e o meu espírito dentro de mim busca-Vos» (Is 26, 9). Diz com o salmista: «A minha alma está sedenta de Vós» (62, 2). [...]</p>
<p>Velai, pois, irmãos, e rezai intensamente! [...] Velai tanto mais quanto desponta já a aurora do dia que não tem ocaso. [...]  Sim, «já é hora de despertardes do sono, que [...] a noite vai adiantada e o dia está próximo» (Rom 13, 11-12). Velai, pois, para que a Luz da manhã, Cristo, nasça para vós, pois «iminente como a aurora está a Sua vinda» (Os 6, 3); Ele está disposto a renovar muitas vezes o mistério da Sua ressurreição matinal em favor daqueles que para Ele velam. Então poderás cantar, de coração jubiloso: «O Senhor atuou neste dia, cantemos e alegremo-nos nele».<br />
Adão tinha desejado tornar-se Deus; tinha desejado uma coisa impossível. Cristo cumulou esse desejo. «Quiseste tornar-te, disse Ele, o que não podias ser; mas Eu desejo tornar-Me homem, e posso-o. Deus faz todo o contrário do que tu fizeste ao deixares-te seduzir. Desejaste o que estava acima de ti; quanto a Mim, agarro o que está abaixo de Mim. Tu desejaste ser igual a Deus; Eu quero ser igual ao homem. [...] Desejaste tornar-te Deus e não o pudeste. Eu faço-Me homem, para tornar possível o que era impossível» Sim, foi realmente para isso que Deus veio. Ele dá testemunho aos seus apóstolos: «Desejei tanto comer esta Páscoa convosco!» (Lc 22, 15) [...] Desceu ao cair da tarde e disse: «Adão, onde estás?» (Gn 3, 9) [...] Aquele que veio para sofrer é o mesmo que desceu ao Paraíso.</p>
<p>fonte: <a href="http://www.evangelhoquotidiano.org/main.php?language=PT" target="_blank">http://www.evangelhoquotidiano.org</a></p>
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